Written on 15:09 by Johanns Lopes
Boa noite, Leitores da Coluna Automotiva. 
>>>Na madrugada do dia 13 de fevereiro de 2008, às 02 horas da manhã, morreu Nicolas Lacetti, sobrinho de Vicenzo Lacetti(dono da SAAL), vítima de um acidente de carro. Segundo testemunhas do acidente, Nicolas descia uma ladeira em Missionary Hill em alta velocidade, quando de repente invadiu a pista contrária e colidiu de frente com um Linerunner, e logo depois despencou do barranco. A namorada de Nicolas, Victoria Monteiro, e os pais de Nicolas, Walton Lacetti e Luiza Hudson escaparam, mas o veículo de Nicolas, um SAAL Blista Compact, estava de rodas para cima, dificultando a tentativa de retirar Nicolas do carro, pois estava preso entre as ferragens e no cinto de segurança.
Walton, pai de Nicolas, ficou 10 minutos tentando ajudar o filho, mas graças a um vazamento de gasolina, o Blista Compact começou a pegar fogo, depois de 3 minutos, segundo Victoria, Walton viu que não poderia fazer mais nada, e por pura sorte, depois de ter se distanciado do carro, o Blista Compact explodiu. Após o acidente, Victoria, namorada de Nicolas, declarou que um estalo na direção ecoou pelo carro, logo depois Nicolas invadiu a pista contrária, bateu no Linerunner e caiu do barranco. A família se surpreendeu. Seria um problema de fabricação? Se fosse, logo o sobrinho de Vicenzo foi a vítima? A Perícia de San Fierro começou a investigar, e depois de 12 horas, conseguiu achar com muita dificuldade, uma peça de ferro, que faz parte do sistema da coluna da direção, com uma rachadura de 3 cm, o suficiente para fazer Nicolas perder a direção do carro.
A perícia iniciou outra investigação, e para entrar em mais detalhes, consegui uma entrevista com um dos responsáveis da investigação da Perícia, Gerrard Mule.
Johanns Lopes - Boa tarde Senhor Gerrard, primeiramente, muito obrigado por ter concedido esta entrevista à Coluna Automotiva.
Gerrard Mule - De nada Johanns.
Johanns Lopes - Gerrard, você poderia nos dizer qual foi o resultado das investigações da Perícia?
Gerrard Mule - Bem Johanns, após os rapazes da perícia terem achado uma peça quebrada, começaram uma série de investigações para descobrir se realmente foi erro de fabricação da SAAL ou foi falha humana. Depois de 5 horas, chegaram à conclusão de que foi erro de fabricação, pois com o tempo a peça que achamos iria se desgastar, e foi o que aconteceu com a peça do carro de Nicolas. A peça se rachou, quebrou e Nicolas perdeu a direção do carro, e tudo acabou nesta triste tragédia, em que o próprio sobrinho de Vicenzo Lacetti morreu.
Johanns Lopes - As investigações já apontaram outros incidentes ocorridos em decorrência do problema da peça?
Gerrard Mule - Sim, inclusive com outros veículos da SAAL que possuem esta mesma peça, como o SAAL Landstalker, Sabre, Sultan e Bravura, ambos já tiveram este problema mas nada foi feito pela SAAL Motors, que acreditava que não era erro de fabricação. Ninguém morreu nestes incidentes, apenas Nicolas. Agora as famílias dos acidentados e/ou os acidentados poderão entrar com um processo contra a SAAL Motors, pois os acidentados se feriram no acidente, o vivo com estado mais grave de todos está cego. Foram 4 casos. O primeiro caso relata que um casal estava numa Landstalker e o rapaz que dirigia perdeu a direção e capotou, o rapaz está sem o movimento do braço esquerdo enquanto sua namorada apenas quebrou o braço. Em outro caso, um motorista bateu de frente com um muro com seu Bravura e perdeu o movimento das pernas e o quarto está cego, quando despencou do topo da pedreira Hunter Quarry com um Sabre, enquanto estava indo para seu trabalho como operador das explosões. No último caso, dois idosos estavam a bordo de um Sultan, quando o mesmo estalo ocorreu e o motorista perdeu o controle, colidindo com uma árvore. Agora podemos contar com um quarto carro, uma sétima vítima, e o primeiro morto: Nicolas Lacetti.
Johanns Lopes - Como o problema é de fabricação, a SAAL Motors já anunciou a espécie de um Recall ou algo parecido?
Gerrard Mule - Não, até agora a SAAL Motors não se pronunciou sobre o caso.
Johanns Lopes - Bom, há rumores que a perícia encontrou outros problemas nos restos do Blista Compact, é verdade?
Gerrard Mule - Sim, nós encontramos algo irregular nas pastilhas de freio dianteiras, mas não sabemos se foi decorrente da explosão ou não. Em breve iremos comparar com um Blista Compact 0KM para ver se a irregularidade nas pastilhas de freio dianteiras também está presente nos carros OKM, se encontrarmos a tal irregularidade, será mais um problema no Blista Compact, e em outros carros também. Depois de pesquisas, as pastilhas de freio dianteiras e traseiras também estão presentes no SAAL Sabre, SAAL Bravura e no SAAL Picador. Vai ser mais um Recall, ser for verdade.
Johanns Lopes - Vocês tem uma dedução sobre o que essa irregularidade pode causar?
Gerrard Mule - Sim, provavelmente, o desprendimento do material de atrito pode reduzir a eficiência de frenagem, causando riscos de acidentes.
Johanns Lopes - O Blista, veículo vendido em Liberty City, que é a versão Mini-van do Blista Compact, possui muitas peças que o Blista Compact possui. Se houver um Recall, ela também terá que trocar a peça?
Gerrard Mule - Sim, apenas as pastilhas de freio dianteiras, caso passem por algum Recall. O Blista não possui a mesma peça da coluna de direção do Blista Compact, por ser mais pesada.
Johanns Lopes - Bom, eu quero voltar a uma frase que você disse no início da entrevista. Com o tempo, a peça se desgasta e racha, ocasionando a quebra da coluna da direção, certo?
Gerrard Mule - Sim, isso mesmo Johanns.
Johanns Lopes - Bom, toda peça tem seu tempo de vida útil. Qual era o tempo de vida útil da peça?
Gerrard Mule - Bom, a peça tem sua vida útil de 3 anos, ao completar 3 anos, precisa ser trocada por uma nova.
Johanns Lopes - Vocês tem informações sobre quando Nicolas comprou o carro e/ou trocou a peça pela última vez? Nicolas pode ter esquecido de trocar a peça e ter continuado a andar com o veículo com o prazo vencido, e torna a ser irresponsabilidade dele, e pode ter ocorrido o mesmo com os outros veículos.
Gerrard Mule - Temos sim, e esse não é o caso. Ambos os carros dos casos são novos, produzidos e vendidos entre 2006 e 2008, e isso prova que não fora irresponsabilidade dos donos.
Johanns Lopes - Ok Gerrard. Bem, nossa entrevista termina aqui, mais uma vez, muito obrigado por ter concedido esta entrevista à Coluna Automotiva.
Gerrard Mule - De nada Johanns!
Bom, com esta entrevista, percebemos que o problema da Coluna de Direção provavelmente não é a única irregularidade no Blista Compact.
Consegui uma entrevista exclusiva apenas para a Coluna Automotiva com Vicenzo Lacetti, dono da SAAL Motors, para esclarecer algumas dúvidas.
Johanns Lopes - Boa tarde Senhor Vicenzo Lacetti, primeiramente, muito obrigado por ter concedido esta entrevista exclusiva à Coluna Automotiva e meus pêsames pela morte de Nicolas.
Vicenzo Lacetti - De nada Johanns, adoro gravar entrevistas, e muito obrigado pelos pêsames.
Johanns Lopes - De nada Senhor Vicenzo. Bom, vamos a primeira pergunta. A SAAL Motors irá fazer algum Recall para corrigir a irregularidade na coluna da direção?
Vicenzo Lacetti - Sim, estamos providenciando um Recall para corrigir a irregularidade.
Johanns Lopes - Senhor Vicenzo, há um rumor pela Internet que fala que a coluna de direção dos veículos Landstalker, Bravura, Sabre, Sultan e Blista Compact foi renovada a partir da Linha 2006 desses veículos, e que esta nova Coluna de Direção está defeituosa, é verdade?
Vicenzo Lacetti - Bom, primeiramente, me chame apenas de Vicenzo. Bom, quanto ao rumor, sim, é verdade. O criador deste projeto é Marllon Tempra, que trabalhava na SAAL Motors desde 1989. O projeto foi aprovado, porém não fizeram o teste de durabilidade, segundo alguns funcionários de minha fábrica. A San Andreas Police Department (S.A.P.D) irá investigar o caso. Marllon foi demitido e será processado pelas famílias das vítimas, inclusive a minha família, a Lacetti.
Johanns Lopes - Vicenzo, há uma previsão de quando começará o Recall?
Vicenzo Lacetti - Bem Johanns, nós temos sim uma previsão, á partir do dia 21 de fevereiro de 2008, o Recall irá começar.
Johanns Lopes - Ok Vicenzo, nossa entrevistam termina aqui, mais uma vez, muito obrigado por conceder esta entrevista à Coluna Automotiva e meus pêsames pela morte de Nicolas.
Vicenzo Lacetti - De nada Johanns, e muito obrigado pelos pêsames.
Bom, se realmente não fizeram o teste de durabilidade da peça, foi uma grande irresponsabilidade pela parte da equipe de testes da SAAL Motors. Vamos ver no que vai dar.
Para comparar os casos da quebra da peça, consegui uma rápida entrevista com Rupert Alt, o idoso que colidiu com seu Sultan graças ao problema da coluna de direção.
Johanns Lopes - Boa tarde Senhor Rupert, primeiramente, muito obrigado por conceder esta rápida entrevista à Coluna Automotiva.
Rupert Alt - De nada, Johanns.
Johanns Lopes - Senhor Rupert, poderia nos descrever o momento do acidente?
Rupert Alt - É claro Johanns. Bem, eu estava dirigindo meu Sultan com minha esposa, Ruth Perenipp, ao meu lado. Eu estava dirigindo por San Fierro, eu e minha esposa estávamos indo à Las Venturas, para conhecer os Cassinos. Enquanto passava por Queens, San Fierro, estava numa velocidade normal, 60 Km/h, quando um estalo soou na direção, a direção fez pressão para a esquerda e depois ficou mais leve do que uma direção hidráulica, e colidi com uma árvore, e me cortei com estilhaços de vidro, graças a Deus, apenas isso, e minha esposa não se feriu.
Johanns Lopes - Ok, que terrível, ainda bem que o senhor não se feriu muito, e que bom que sua esposa não se feriu. Você pretende processar a SAAL Motors pela irregularidade na coluna de direção de seu veículo?
Rupert Alt - Sim Johanns, pois gastei muito dinheiro no conserto de meu carro, pois necessito dele para trabalhar, e fiquei sem dinheiro por algum tempo, pois as peças do Sultan são muito caras, só era possível comprar meus remédios, os remédios da Ruth e comida para me sustentar, agora irei correr atrás para recuperar o dinheiro, pois preciso pagar muitas dívidas que não foram pagas em decorrência do que eu gastei no conserto do veículo.
Johanns Lopes - Ok senhor Rupert, boa sorte no processo. Nossa entrevista termina aqui. Mais uma vez, muito obrigado por ter concedido esta rápida entrevista à Coluna Automotiva!
Rupert Alt - De nada Johanns.
Nossa notícia fica por aqui, em breve, voltarei com mais notícias sobre os processos e sobre o Recall, tenham uma boa noite!<<< Nicolas Lacetti Hudson
♥ 17 de julho de 1984
† 12 de julho de 2008
Fotos:

Linerunner fechando a estrada após a colisão (fotos tiradas por Zeh Bizzy).


Blista Compact explodido (fotos tiradas por Zeh Bizzy).
Nicolas Lacetti (foto tirada por Zeh Bizzy).
Rupert Alt (foto tirada por Johanns Lopes).

Sabre amarelo da vítima do acidente em Hunter Quarry (fotos tiradas por Zeh Bizzy no dia 17 de maio de 2007, e este recuperou em seu arquivo).
Aqui é Johanns Lopes, para a Coluna Automotiva, diretamente de Tierra Robada.
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Written on 15:50 by Johanns Lopes
Albany Greenwood foi um veículo lançado no ano de 1982 em Vice City. A Albany havia chegado a pouco tempo em Vice City e não era uma marca com algum veículo que era um BOOM de vendas, porém, quando lançaram o Greenwood em 1982, isso mudou. O Greenwood é um Sedan três volumes com motor 2.2 (2199 cilindradas), e com o passar dos anos, foi ganhando novas motorizações. No ano de 1982, a versão Top de Linha, CD (Confort Diamond), que vinha com câmbio automático, ar condicionado e injeção eletrônica (algo inédito em Vice City, pois a maioria vinha com carburadores)custava cerca de 55 mil dólares, enquanto a versão mais básica, a S (Simple), vinha apenas com rádio toca-fitas e motorização a álcool, e custava cerca de 13 mil dólares.
O Albany Greenwood trouxe muitas inovações, como a injeção eletrônica, bancos de couro disponíveis como opcional (2500 dólares), rack de bagagens e rodas de liga leve.
Na foto, um Greenwood CD 1983.
O Greenwood não parava de evoluir. Em 1984, ganhou vidros elétricos, algo inovador naquela época, em Vice City, além dos vidros elétricos, ganhou a versão Executive, exclusiva na cor preta, com bancos de couro, vidros elétricos, ar condicionado, câmbio automático, rodas de ligas leve, travas elétrica, mini frigobar, telefone com própria linha e lanternas fumê, custava 75 mil dólares. Tinha como principais concorrentes (Sedans produzidos naquela época): Sentinel, Sentinel XS(este competia com o Executive.), Glendale, Washington, Admiral e Oceanic.
Em 1985, se tornou o Sedan mais vendido de Vice City. Para 1986, a versão S ganhou um processo de envelhecimento: quebra ventos e calotas.

===> Um Greenwood modelo 1986.
Em 1987, o Greenwood recebeu modificações estéticas e começou a ser produzido no estado de San Andreas, e no primeiro ano vendeu mais do que vendeu no primeiro ano em Vice City. Surgiu até um filme: "The Black Greenwood", que contava a história de um Greenwood Executive (veja mais sobre o carro logo abaixo) que atropelava as pessoas no Deserto de Bone County, ganhou 2 Oscars.
O Greenwood Executive é um veículo fabricado até hoje, porém, a produção do Executive em Vice City foi encerrada em 1989 e San Andreas importa os Greenwood Executive até Vice City. O carro possui os mesmos itens que o Executive de Vice City, mas inclui rodas exclusivas, chamadas "Mega" e sistemas de segurança, como Freios ABS e Airbags. O preço dele abaixou para 70 mil dólares e continua sendo carro de pessoas executivas. Os poucos opcionais do Executive oferecem Sistema de Navegação GPS (disponível a partir da linha 2005), Rádio CD Player (Disponível a partir da linha 2002) e Bancos de Couro com aquecimento, disponíveis desde que foi lançado em San Andreas, em 1987.
Foto:

Linha 1987 - A linha 1987 em Vice City e San Andreas contava com mudanças estéticas. Na linha S, mudança de motor (de 1.6 para 1.8), linhas mais retas e novo interior. O preço continuava o mesmo para as verções:
S - 13 mil dólares.
Conford Diamond(CD) - 55 mil dólares.
Executive - 70 mil dólares
Até 2002, o Greenwood não ganhou nenhuma novidade, apenas leves mudanças no interior(como novo volante, maçanetas internas e externas, etc.) e no exterior (frisos, borrachas, novos tipos de pinturas, etc.), mas em 15 de maio de 2002, o Greenwood foi lançado em Liberty City, e o Greenwood sai de linha em Vice City, recebendo apenas importações do Greenwood Executive. Na versão de 2002, ganhou novo visual: mudanças estéticas e nova grade, além de nova traseira, motor e interior.
Foto de um modelo 2008:

Em 2004, a versão do Greenwood reestilizado chegou à San Andreas, mas a versão antiga continua sendo fabricado com as antigas versões. A nova versão apenas não possui a versão Executive.
É claro que eu, Johanns Spencer Lopes, não poderia deixar de testar o Greenwood.
=|Test-Drive|=
Testei um Albany Greenwood CD 2.2 ano 1992 cor azul claro. O carro era confortável e era um dia quente em San Andreas, liguei o ar-condicionado, que ainda funcionava perfeitamente, e refrescou o ambiente e fechei o vidro com o botão, para o ar circular dentro do ambiente. Antes de começar a andar no carro, fiz uma "mini-revisão" para dar uma opinião geral. Na frente, o espaço é confortável e o teto é alto, por isso, é um bom para pessoas altas. O banco de couro é macio (provavelmente o antigo dono deste carro comprou o opcional), e é extremamente confortável. Os comandos sempre estão a mão, o câmbio é macio e tem 5 marchas. Atrás, a mesma coisa. É espaçoso e tem bastante espaços para as pernas, além de ter encostos de cabeça traseiros. O único porém são os botões do vidro elétrico traseiros: ficam praticamente no chão, do tipo um toque e sem anti-esmagamento, se alguém pisar ali, ele irá subir esmagando tudo o que vier pela frente, como o pescoço de uma criança.
Depois comecei a dirigir o carro, o Greenwood estava estacionado em minha mansão em Vinewood, dei a partida, o carro pegou rapidamente, o hodômetro marcava 36 mil Kms, estava pouco rodado, para um carro de 16 anos atrás. Meu Sunrise ano 1992 está com 396 mil Kms rodados.
O carro estava impecável, e rapidamente subiu a rampa de minha garagem. Era ágil e veloz nas curvas. Meu objetivo era passar por toda San Andreas, pelos extremos, é claro. Passei por Richman e depois atravessei a ponte que liga Los Santos à Flint County, peguei a Flint Intersection e fui em direção à Whetstone.
Como o local é uma rodovia de alta velocidade, aumentei a velocidade para não provocar um acidente. O desempenho do Greenwood é ótimo. Para evitar congestionamento, cortar caminho e testar o Greenwood na terra, cortei caminho por uma estradinha de terra que vai chegar à Angel Pine. Freei e entrei na estradinha. Percebi que a frenagem do Greenwood não é muito boa, poderia ser melhor. Por outro lado, o Greenwood se saiu bem na terra: não derrapava e reagia bem, graças à sua ótima suspensão. Cheguei no trecho em que pequeno banco de terra bloqueava um rio para a passagem de carros, porém a água passava por cima. Decidi arriscar e passei. O carro não morreu e, o Greenwood, valente, continuou e encarou uma enorme subida.
Cheguei a Angel Pine e voltei ao asfalto, e o Greenwood continuava ágil nas curvas. Voltei à Auto-estrada e comecei a acelerar bastante novamente. Um Sentinel pedia passagem atrás, liguei a seta e virei para a pista direita, mas um homem me fechou com uma Rancher, ele não estava com a seta ligada. Imediatamente, freei, mas como a frenagem não era boa o suficiente, quase me acidentei, e outros carros também quase se acidentaram. Depois fui embora em direção à San Fierro. Para testar o carro em um centro urbano bem movimentado, decidi não pegar a Garver Bridge, que me levaria direto até Tierra Robada, pegaria a Gant Gridge que me levaria até Bayside, Tierra Robada. Cheguei em Doherty, e o trânsito estava caótico, tive que pegar alguns atalhos, mais uma vez, repito que o Greenwood é ágil no trânsito: bom nas manobras e rápido o suficiente. A gasolina estava acabando, o bastante para ir até Bone County. Lá, havia um posto. Decidi seguir em frente. Cheguei no pedágio da Gant Bridge e paguei 5 dólares e 50 centavos, a arrancada do carro é ótima. Alguns minutos depois, estava numa velocidade média, 130 Km/h. Rapidamente, o carro atravessou a ponte e chegamos na cidade de Bayside. Não cheguei entrar na cidade, e segui em frente. Estava com fome, já era 13:15 P.M., decidi parar numa lanchonete em El Quebrado's. Fui no Drive Thru e comprei batatas fritas, um hambúrguer e um refrigerante. Fui lanchando e dirigindo, até que cheguei em uma pequena cidade chamada Valle Ocultado, e parei num posto de gasolina com um Glendale destruído ao lado do estabelecimento. Abasteci o Greenwood e fui embora.
Passava em frente a cidadezinha Las Payasdas, percebi que o Greenwood absorve muita poeira, no caso, areia, tive que ligar o limpador de pára-brisas para tirar o excesso de areia. Finalmente, cheguei na cidade de Las Venturas, enquanto passava em alta velocidade pela Pilson Intersection, um engavetamento aconteceu. Se não fosse a ótima direção hidráulica do Greenwood, só a frenagem, eu estaria perdido. Fiz uma manobra e consegui desviar do acidente. Já havia andado mais de 56 Kms, e o Greenwood continuava valente. Depois, saí das auto-estradas e fui dirigindo pela cidade, peguei a The Strip... Alguns minutos depois, cheguei ao Cassino The Four Dragons, onde encerro o teste desse Albany Greenwood 1992. Com vocês, a ficha técnica do carro e as notas finais.
Ficha técnica - Albany Greenwood CD 2.2
Nome: Albany Greenwood Confort Diamond 2.2
Ano: 1992
Motor: transversal, 135 CV, movido a gasolina, 2199 cilindradas.
Aceleração: 19 metros por segundo.
Peso: 1600 Kg.
Velocidade máxima: 180 Km/h.
Preço: 19 mil dólares (média de um Confort Diamond usado, ano 1992).
55 mil dólares (Um Confort Diamond novo).
Agora, vamos às notas.
Notas - Albany Greenwood Confort Diamond 2.2 1992
Estilo - 9,0 - Comentário: por mais que tenha ganhado há pouco tempo uma nova geração, o estilo está ultrapassado.
Acabamento - 9,6 - Comentário: o acabamento é ótimo, mas algumas peças se soltam, como a tampa do porta luvas ou o acabamento do cinto de segurança.
Posição de Dirigir - 10,0 - Comentário: a posição de dirigir é ótima, eu dirigi por bastante tempo e me senti confortável, sem dores nem incômodos.
Instrumentos - 9,8 - Comentário: os instrumentos do Greenwood são ótimos, mas alguns botões, como os de abertura das portas, porta-malas e tanque de gasolina, estão quase escondidos embaixo do painel.
Interior - 9,5 - Comentário: é confortável e agradável, mas tem muitas linhas retas, fazendo lembrar os carros da década de 70. A Albany podia dar um toque de linhas mais redondas.
Porta-Malas - 10,0 - Comentário: o porta-malas de 565 litros é ótimo para quem carrega muitas coisas no carro.
Desempenho - 10,0 - Comentário: o desempenho do Greenwood é outro ponto forte do carro. Não é lá um esportivo, mas se você é uma pessoa que gosta de ter um carro ágil e veloz o bastante para dirigir bem, o Greenwood é uma das opções.
Motor - 9,6 - Comentário: o motor é potente, 135 CV, mas tem muitas peças desprotegidas ou que quebram com facilidade, e ás vezes, o conserto sai caro.
Câmbio - 9,8 - Comentário: o câmbio é ótimo, o único porém é a manopla do câmbio, que se desgasta com o tempo. Um motorista inexperiente irá se confundir com a troca de marchas.
Freios - 8,8 - Comentário: os freios são bons para quem anda no centro das grandes cidades, mas nas auto-estradas, há perigo de se acidentar, pois o carro não freia a tempo.
Suspensão - 10,0 - Comentário: um dos pontos fortes do carro, agüenta os mais variados tipos de terreno, incluindo os acidentados, no maior conforto.
Consumo - 9,6 - Comentário: o motor pode ser potente, mas é beberrão na vesão Confort Diamond. Porém, não tão beberrão como outros carros presentes em San Andreas, como o Infernus.
Estabilidade - 10,0 - Comentário: outro ponto forte do carro. É ótimo em curvas, foi isso que me salvou de um acidente na auto-estrada.
Custo/benefício - 9,8 - Comentário: no caso do Greenwood Confort Diamond, é um bom preço, em relação a outros sedans com versões de luxo, como Sentinel e Admiral, que custam bem mais caro.
Recomendação - 10,0 - Comentário: isso depende do dono. Se ele procura um Sedan com vários itens de luxo por um preço baixo, compre o Greenwood Confort Diamond. Se você quiser um Sedan barato e econômico, compre a versão S, se você for um executivo e quer luxo, compre a versão Executive.
Avaliação geral - 9,8 - Comentário: é um bom Sedan, aprovado por mim. Gostei, eu tinha um em 1996, mas vendi logo depois.
Bom, a nossa reportagem sobre o Greenwood termina aqui, e terminamos com o LINK da comunidade do Albany Greenwood no Orkut, que está se organizando. (É só clicar na frase sublinhada)
Áh, é claro, gostaria de deixar os créditos à foto do Greenwood Executive ao meu amigo Zéh Bizzy, ou Guilherme Zomer, que tirou a foto.
Espero que tenham gostado!
Boa noite a todos.
Johanns Spencer Lopes.
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